Slow Food

Comum na Europa, a culinária no estilo slow food é pouquíssimo difundida no Brasil, embora alguns estabelecimentos invistam no estilo. Trata-se de um restaurante que tem um outro olhar sobre a gastronomia e a relação com o cliente. Ele se distancia do foco estritamente comercial e oferece um ambiente intimista, onde os chefs abrem as portas de suas casas para receber clientes como se fossem visitas para preparar suas próprias receitas.

Neste tipo de restaurante, como o nome já indica, é importante não ter pressa. Como o serviço é personalizado, os pratos são preparados com calma, especialmente para o cliente e para aquela ocasião específica. Músicas tranquilas num clima exclusivo e acolhedor embalam a refeição.

A quantidade de clientes é limitada, pois não há funcionários suficientes para atender uma grande demanda. Em alguns casos, o próprio dono do estabelecimento se desdobra como anfitrião e dentro da cozinha, pilotando os fogões. Por isso, é necessário sempre ligar e reservar com antecedência.

Na Região dos Lagos do Rio, ao menos 2 restaurantes – um em Armação dos Búzios e outro em Cabo Frio – seguem este estilo: respectivamente, Baroque, de culinária europeia, e Casa da Leela, com cardápios fechados e temáticos. Em ambos, pode-se conferir, de perto, quais as peculiaridades deste serviço diferenciado:

Slow food é uma comida que não é industrializada. Por exemplo: Enquanto no fast food você coloca o catchup no sanduíche, na slow food eu uso o tomate e preparo, com calma e paciência, o catchup. A batata sempre é descascada momentos antes de servi-la para o cliente”

 

http://g1.globo.com/rj/regiao-dos-lagos/noticia/2014/04/intimista-e-personalizada-culinaria-slow-food-agrada-e-conquista-clientes.html